quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Dengue X Sarandi

Follow momentodez on Twitter O número de focos  de larvas do mosquito da dengue encontrados no municipiio de Sarandi Paraná é alarmante, assim sendo, Sarandi está em primeiro no estado do Paraná, e tambem no sul do Brasil  a ter um elevado risco de sofrer uma  epidemia de dengue.
Todos devem se envolver no combate a este vilão.

                                          INFORMATIVO DO PORTAL DA SAÚDE
A dengue é uma arbovirose transmitida por mosquitos do gênero Aedes, especialmente pelo Aedes aegypti. Existem quatro tipos distintos de vírus dengue, DENV-1, DENV-2, DENV-3 e DENV-4. A Organização Mundial da Saúde estima que três bilhões de pessoas encontram-se em área de risco para contrair dengue no mundo e que, anualmente, ocorram 50 milhões de infecções, com 500.000 casos de Febre Hemorrágica da Dengue (FHD) e 21.000 óbitos, principalmente em crianças. No Brasil, desde 1986 vêm ocorrendo epidemias de dengue nos principais centros urbanos do país, com cerca de 3 milhões de casos. Tem-se observado um aumento na severidade dos casos. No período de 1990 a 2006, foram registrados 6.272 casos de FHD, principalmente em adultos com a ocorrência de 386 óbitos.
Quando um sorotipo viral é introduzido em uma localidade, cuja população encontra-se susceptível ao mesmo, há a possibilidade de ocorrências de epidemias. Entretanto, para que isso ocorra, é necessária a existência do mosquito vetor em altos índices de infestação predial e de condições ambientais que permitam o contacto do vetor com aquela população.

O manejo clínico dos casos suspeitos de dengue tem como principal objetivo evitar a morte do doente. O sucesso dessa meta está diretamente ligado à qualidade da assistência prestada, com uma triagem que permita a identificação dos casos potencialmente mais graves, bem como com a instituição de medidas terapêuticas em tempo hábil.

Na maioria das vezes, as pessoas infectadas pelos vírus dengue não apresentam quaisquer manifestações clínicas. Quando sintomática, a infecção pode provocar um amplo espectro de manifestações, desde formas frustas até apresentações graves, por vezes fatais.

Esse texto baseia-se em publicação de Torres (2006) e pretende mostrar a existência de mitos e erros relacionados à dengue.
A ocorrência de mortes durante uma epidemia de dengue pode estar relacionada com a cepa do vírus circulante ou com a situação de imunidade da população. Entretanto, independentemente dessas características, a letalidade pode ser reduzida se o doente for abordado de maneira correta e o serviço de saúde estiver preparado adequadamente.
Isso significa que o paciente com dengue deve receber tratamento individualizado dentro de um sistema de saúde com profissionais capacitados.
Tão importante quanto evitar a transmissão da doença é a capacitação dos médicos e a organização dos serviços de saúde, desde os centros de atenção primária até os hospitais de maior complexidade.
É sabido que não há vacinas ou droga específica contra a dengue, entretanto, isso não significa que a doença não tem tratamento. Medidas simples tais como identificar os sinais de alerta/alarme e iniciar hidratação podem ser salvadoras ao impedirem a evolução para as formas graves da dengue.
Portanto, nossa primeira providência será superar os MITOS e ERROS.

fonte do texto em azul : http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/kitdengue/mitoseerros.html

Um comentário :

Ministério da Saúde disse...

Evitar a proliferação da dengue depende de cada um de nós. Além de cuidar da sua casa, falar com seus vizinhos, manter contato com sua prefeitura sobre focos da doença, você pode utilizar esse espaço para conscientização.
Seja parceiro do Ministério da Saúde na mobilização contra o mosquito da Dengue. Divulgue em seu blog nosso material. Entre em contato com comunicacao@saude.gov.br e solicite o selo, participe da campanha.
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